Dividir um apê com os amigos: Seguro FiançaVivendoPor geizon_robert, em 19/06/10 Até hoje nunca precisei pagar aluguel, por isso não sou nenhum expert para falar sobre seguro fiança, então o que eu escrevo a seguir é só uma leve explanação a respeito. Bem, logo de início achei que seria mais fácil alugar um apartamento. Por mim, bastava encontrar algum imóvel que me agradasse, entrar em contato com a imobiliária, que por sua vez entraria em contato com o proprietário para liberar o imóvel para mim. Quem dera fosse assim. O proprietário às vezes nem participa nessa história. A imobiliária recolhe meus dados e repassa para a Seguradora, que vai analisar se é Mas que diabo é um fiador? Pelo que entendi, fiador é o cara que garante que o proprietário não vai ficar sem receber caso você, no caso eu, não possa pagar o aluguel em dia. Se faltar dinheiro Porém, de todas as imobiliárias que consultei, nenhuma aceitou que eu apresentasse um fiador. Todas elas só alugavam o imóvel mediante o bem (mal) dito “Seguro Não sei como, ou até mesmo se, esse serviço é cobrado de quem está locando o imóvel, mas achei que rola uma venda casada aí nesta história, embora isso já seja Enfim, não cheguei nem a reunir os meus documentos com os dos meus amigos para levá?los à imobiliária. Por quê? Segundo o corretor, a renda mínima para ‘contratar’ o seguro fiança é de 4 vezes o valor do aluguel do imóvel! Você pode estar pensando que como somos três, se juntássemos as rendas, chegaríamos fácil nesta condição, não? Sim. Mas ainda tem outras condições que dificultam tudo, como não ter nome no SPC, não estar pagando financiamentos, etc. Quem nunca ficou devendo ou nunca precisou pedir empréstimos, levante as mãos e bata palmas!! \o/ Pra encurtar o final da história: desistimos de procurar um imóvel através de imobiliárias. Só assim para finalmente ter um capítulo feliz nesta história toda, mas isso eu vou contar no próximo post. Até lá! |
Dividir um apê com os amigos: Apê ou casa?VivendoPor geizon_robert, em 13/05/10 Como eu contei no post anterior, após muitas pesquisas frustradas, nós encontramos um apartamento que atendia às nossas exigências e ainda tinha um “plus”: estava semi?mobiliado. Encontrei ele pesquisando pelo Olx e liguei para o telefone de contato que aparecia no anúncio pensando que era do proprietário, mas era o número da imobiliária. A moça da imobiliária informou que aquele apartamento em especial já teria sido alugado há poucos dias, mas que poderia me oferecer outras opções... Como eu não gosto de ser enrolado, principalmente por papo de vendedor, fui sincero explicando a situação da divisão do apartamento, localização, valor máximo com aluguel e condomínio. E funcionou! Pelo menos não demorou muito para ela me mandar algumas fotos de outro apartamento próximo ao que eu tinha encontrado e que também estava mobiliado. As fotos mostravam móveis planejados para dois dos três quartos e a cozinha com armários. O que seria ótimo para nós (recém saídos da casa dos pais, possuindo apenas cada um sua cama, umas poucas roupas e alguns eletrônicos) seriam algumas despesas a menos para nos preocupar. No mesmo dia em que recebi as fotos repassei aos meus amigos, eles gostaram e imediatamente liguei para a imobiliária para agendar uma visita, afinal só as fotos não bastam para ter noção do espaço do imóvel. Muito atenciosa, a moça disse que iria entrar em contato com a proprietária e marcar uma visita ainda naquela semana. Marcar a visita em um imóvel também é um pouco complicado quando se quer dividir um apartamento, visto que todos trabalham em horário comercial (incluindo a imobiliária). Alguém teria que sair do trabalho mais cedo para fazer esta visita e os outros teriam que confiar nesta avaliação. Não deu nem tempo de decidir quem iria, pois a moça da imobiliária ligou cedo no dia seguinte dizendo que a proprietária do apartamento tinha informado o valor errado do condomínio e o preço final ultrapassou muito do nosso limite. Fiquei desconfiado, parecia mais que a proprietária decidiu aumentar o valor do aluguel, mas não sei se isso é possível na relação proprietário vs. imobiliária, não falei nada. Mais uma vez se mostrando atenciosa, a mulher disse ter outro imóvel semi?mobiliado para alugar por um preço bem abaixo do apartamento, desta vez um sobrado. Nesse tempo de pesquisa, eu cheguei a encontrar alguns sobrados para alugar com preços bem tentadores e esse que ela me oferecia não era diferente, exceto pela mobília “grátis”. E aqui cabe uma pequena comparação entre os prós e os contras entre um apto. ou um sobrado na hora de alugar. Moro em um apartamento desde criança e as coisas mais chatas são: - Não poder fazer barulho excessivo, pois os vizinhos de baixo ou do lado logo reclamam. E muitas outras situações chatas... Apesar de tudo isso, tem um item que ainda não encontrei em um sobrado comum: segurança. Geralmente apartamentos são mais seguros justamente por ter mais gente reunida em um mesmo edifício, qualquer movimento estranho sempre tem um vizinho fofoqueiro de prontidão para avisar a polícia, bombeiros, etc. Já em uma casa, isso depende muito do bairro. Conheço pessoalmente muito mais pessoas que já foram roubadas em casas do que em apartamentos. Me imagino chegando em casa no final do dia e encontrando tudo revirado ou descobrir que entraram e levaram algo. Ninguém merece isso. Por outro lado, em uma casa não tem boa parte dos contras que citei acima e ainda há opção de contratar um serviço de segurança para o bairro e ratear os valores com a vizinhança. Esse sobrado que a imobiliária estava ofertando fica em um bairro um pouco “obscuro”, com o perdão do eufemismo. Talvez nem segurança aceitasse fazer ronda por lá, para se ter uma idéia do local. Eu disse à moça que iria conversar com meus amigos e que retornaria a ligação para confirmar se nos interessava. Não liguei e ela também não me ligou mais. Resumindo: voltamos à etapa de pesquisas. Bom, paro este post por aqui. No próximo pretendo falar sobre Seguro Fiança. Até mais! |
Morando sozinho... sem morar só: Dividir um apê com os amigosVivendoPor geizon_robert, em 27/04/10 Para muitos, morar sozinho é sinônimo de sair da casa dos pais, mesmo para aqueles que dividem um apê com amigos, ou até para os que vivem com outros parentes fora de sua cidade natal. Estudo, trabalho, aventura, seja qual for o motivo, morar sozinho passa pela cabeça de todos que pensam em independência e liberdade (ou seja, a maioria dos que são ou já foram adolescentes). No meu caso, morar sozinho está na minha lista de coisas para fazer desde os meus 18 anos, quando concluí o ensino médio. Porém, somente agora ? cinco anos depois ? é que isto parece ser possível. Eu grifo o “parece”, pois mesmo eu sendo independente e estável financeiramente hoje, não encontro facilmente um bom lugar para morar e poupar um pouco para emergências. Foi diante da mesma situação que dois amigos dos tempos de escola propuseram?se a dividir comigo o aluguel de um apartamento. O que facilitaria muito a vida dos três. Isto foi há quase um mês e tem sido uma verdadeira batalha a procura do imóvel perfeito... A convite do blog, vou descrever a saga desta procura aqui para quem pretende dividir um imóvel com os amigos também.
A nossa primeira providência foi ter certeza que os três tinham condições de assumir todos os gastos, por pelo menos um ano. Estimamos os gastos fixos (luz, telefone, água, imposto) para ter idéia do valor limite de aluguel que poderíamos dividir sem pesar muito no nosso bolso. O próximo passo foi definir os requisitos mínimos do imóvel, como a quantidade de dormitórios, banheiros e vagas de garagem – que foram as prioridades no nosso caso. Em seguida foi preciso estipular uma área limite para locação, afinal cada um trabalha em uma região diferente da cidade e por isso o apartamento teria que estar em um ponto estratégico. Sabendo o que precisamos e quanto podemos gastar, deu?se início a parte mais chata e demorada: pesquisar nos sites das imobiliárias. Infelizmente, a maioria dos sites para este tipo de pesquisa não são muito funcionais, então é preciso ter muita paciência. No fim deste texto coloquei os sites ‘menos ruins’ de pesquisar. Acredito que visitar pessoalmente uma imobiliária seria mais eficaz, mas era inviável para nós faltar ao trabalho para peregrinar pela cidade ? debaixo do sol á 38°C, diga?se de passagem. Nós três dividimos esta fase, o que ampliou um pouco a busca e a tornou menos cansativa. Mesmo assim foi uma tarefa desgastante, pois nem todas as propostas de locação que encontramos eram atuais. Muitos dos imóveis já haviam sido alugados ou tiveram o preço alterado... Outros pareciam perfeitos, mas ficavam muito longe, quase fora da área limite. Enfim, após 3 semanas e meia de pesquisa encontramos um apartamento interessante e marcamos uma visita ao local com a imobiliária. Como este texto está ficando longo, vou continuar esta saga no próximo post. Para finalizar, um resumo dos primeiros passos para dividir um apê com os amigos: Sites de busca para locação de imóveis |
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